Líder absoluta em todas as
pesquisas de intenção de votos na corrida por uma das duas vagas para o senado
pernambucano nas eleições de outubro próximo, Marília Arraes vem sofrendo um “fogo
amigo” em uma espécie de “guerra fria” contra sua provável candidatura.
Com um “recall” político forte
e estabilizado perante o eleitorado do estado, a ex-candidata a governadora de
Pernambuco em 2022 parece “aterrorizar” os pretendentes e possíveis postulantes
a uma das vagas na chapa de João Campos (PSB).
O boicote a presença da neta
do ex-governador Miguel Arraes na chapa majoritária do prefeito do Recife, ganhou
um novo capítulo na última semana. Bastou ela (Marília) anunciar sua possível
filiação ao PDT do lendário Leonel Brizola, que hoje é comandado nacionalmente
por Carlos Lupi, que a queimação se alastrou.
No meio político começou a ser
difundida a ideia de que a vaga de vice na chapa de João poderia ser ofertada
ao Ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz no intuito de tumultuar a
possível filiação e futura candidatura avulsa de Marília.
Por falar em candidatura
avulsa, é um desafio gigantesco encarado de frente pela própria Marília e que na
teoria fortalece João Campos na corrida pelo Palácio do Campo das Princesas. O
problema é que a neta de Arraes onde for candidata tem tudo para se eleger
senadora e, isso os graúdos da política pernambucana teimam em não aceitar.
Problema para João Campos
Resolver.

0 Comentários
Comente com responsabilidade, não ofenda nem denigra e identifique-se.